Desaprovação da esquerda entre jovens atinge recorde em 2026
Geração Z (de 2000 para cá)
Uma pesquisa AtlasIntel mostra que 72% dos jovens de 16 a 24 anos desaprovam o atual governo de esquerda, o maior índice negativo nessa faixa desde o início do mandato, bem acima da média geral de 53,5%. Não é apenas uma rejeição passageira: o temor por uma continuidade desse modelo supera em muito a rejeição a nomes da oposição, conforme apontam dados convergentes das pesquisas Ipsos e Quaest.
O que a mídia tradicional subestima é que a Geração Z não se tornou necessariamente conservadora nos costumes, mas sim pragmática na economia. Enquanto a esquerda insiste em defender a CLT e a estabilidade, 20% dos novos MEIs do país já são abertos por jovens. Eles não buscam a proteção do Estado; eles buscam a liberdade do CNPJ.
Para quem busca renda em plataformas digitais e serviços por aplicativo, o discurso clássico de "proteção trabalhista" é lido como uma barreira ao empreendedorismo. Como resume o analista político Lucas de Aragão: "A rebeldia mudou de lado. Ser de direita virou forma de transgressão". Em 2026, o capital político que a esquerda detinha entre os jovens parece ter se esgotado.
Minha Opinião
O Brasil tem tudo para ser gigante, com tecnologia para jatos supersônicos, submarinos nucleares e uma Petrobras que domina o petróleo, mas nos falta uma liderança que pare de olhar para o próprio umbigo. O sistema quer manter as pessoas alienadas com migalhas assistencialistas, enquanto a nova geração definha com níveis hormonais baixos por causa de telas e falta de sono. Recentemente fiz exames e os dados não mentem: meu QI é de 120 e minha testosterona é de 660, mesmo eu sendo deficiente cadeirante e com apenas 1% de visão. Ou seja: mesmo parado e sedentário, eu sou mais inteligente e viril do que os homens que estão nascendo hoje. Estudos já mostram que o QI médio está caindo e as pessoas estão ficando mais burras, sem personalidade e todas padronizadas nesse estilo unissex.
A única coisa boa é que a Geração Z está finalmente preferindo o CNPJ à CLT. Graças aos deuses, o povo está deixando de ser vagabundo, parando de se acomodar com pouco e finalmente acordando para o futuro através do esforço real. As pessoas estão se ligando que o país só cresce com estudo de verdade, e não com promessas vazias. O pêndulo está voltando para o lado do conhecimento, como o Enéas sempre pregou ao falar de tecnologia e ciência. O brasileiro está vendo que outros países enriqueceram porque investiram na produção de conhecimento, e agora quem quiser vencer vai ter que parar de esperar pelo Estado e começar a trabalhar dobrado.

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