Eu tenho uma história triste com o Linkin Park.

 

Eu tenho uma história triste com o Linkin Park.

Em 2015, o Linkin Park veio ao Brasil. Na época, minha tia era gerente do hotel onde eles se hospedaram. Sabendo o quanto eu amava a banda, ela conseguiu dois ingressos e me ligou para me convidar para o show. Eu morava em Ubatuba e estava em semana de provas, então disse a ela que não sabia se poderia ir, mas que tentaria falar com a diretora da escola.

Alguns dias se passaram e, para minha surpresa, a diretora entendeu o quanto aquilo significava para mim e abriu uma exceção: eu poderia ir ao show, mesmo com as provas acontecendo. Corri para ligar de volta para a minha tia, cheio de esperança e empolgação… mas era tarde demais.

Como eu não tinha dado uma resposta imediata, ela achou que eu realmente não conseguiria ir, e acabou passando os ingressos para outra pessoa. Foi devastador. Eu perdi a chance de ver minha banda favorita ao vivo.

Dois anos depois, Chester Bennington faleceu. Aquilo foi como uma facada no coração.
Até hoje, essa história me emociona profundamente. Porque não era só um show, era a chance de viver algo que marcou a minha vida, mesmo sem ter acontecido. E, mesmo assim, o Linkin Park continua sendo meu refúgio, minha conexão mais sincera com a música e com sentimentos que poucas coisas no mundo conseguem traduzir.


❤️💀

Comentários